Como menciona o fundador Ian Cunha, o exercício físico para empreendedores é uma das alavancas mais subestimadas de clareza e consistência, justamente porque costuma ser tratado como um “extra”. Para quem empreende, a agenda não fica “livre” por mágica. Em contrapartida, o corpo não negocia com a agenda indefinidamente. Quando o exercício é empurrado para depois, ele volta como cansaço, irritação, dores e queda de foco.
Como resultado, o líder paga duas vezes, perde energia e ainda gasta mais tempo tentando compensar com estímulos artificiais. Se você quer encaixar exercício sem transformar isso em mais uma obrigação estressante, continue a leitura e entenda como o movimento pode virar suporte, não peso.
Por que o treino melhora decisões?
O exercício influencia mais do que condicionamento. Ele melhora circulação, regula estresse e aumenta tolerância a fricção. À luz desse cenário, o efeito prático no trabalho é direto, a mente fica mais organizada e menos reativa. Por conseguinte, decisões difíceis tendem a ser feitas com mais calma, e não no impulso.

Como pontua o empresário serial Ian Cunha, o valor do exercício está na previsibilidade emocional que ele cria. A liderança não depende de “dias bons” para funcionar. O treino vira um estabilizador de performance, reduzindo os altos e baixos que atrapalham a execução.
A armadilha do “tudo ou nada”
Uma das razões pelas quais empreendedores abandonam o exercício é o modelo mental de perfeição. Ou se treina “do jeito certo”, ou não vale. Em contrapartida, esse pensamento transforma o treino em peso, porque exige condições raras, tempo longo, energia alta, logística perfeita. Assim sendo, qualquer imprevisto vira motivo para parar.
Como alude o fundador Ian Cunha, consistência nasce quando o movimento cabe na realidade. Dessa forma, o exercício deixa de ser um projeto heroico e vira um componente do ritmo de vida. Como resultado, a disciplina se sustenta sem drama, e a energia melhora por repetição, não por intensidade esporádica.
Movimento como antídoto para a vida sentada
Empreender costuma significar muitas horas sentado, reuniões, telas e decisões. Conforme o tempo passa, esse padrão cobra preço, rigidez, dor, fadiga e sensação de corpo “travado”. À vista disso, o exercício não é só “treino”. Ele é compensação do estilo de vida moderno e proteção da capacidade funcional.
Quando o corpo melhora, a mente melhora porque há menos ruído físico. Como consequência, o líder trabalha com mais conforto e menos irritação. Comunicação melhora, porque a paciência aumenta e o estresse diminui.
O papel do ritmo e da repetição
O ponto central é ritmo. Exercício que vira peso geralmente é exercício que depende de motivação. Em contrapartida, exercício que vira suporte é o que entra no calendário como parte do funcionamento da semana. Assim sendo, o corpo aprende e responde com previsibilidade.
Do ponto de vista do superintendente geral Ian Cunha, a repetição do essencial é o que cria benefício cumulativo. Como resultado, o empreendedor não precisa “compensar” no fim de semana, nem se punir quando perde um dia. O treino vira uma prática de consistência, que se conecta diretamente com a forma de empreender.
Treinar para sustentar, não para provar
Muitos líderes tentam usar o treino como prova de disciplina, e isso cria tensão. Treinar para provar aumenta pressão e reduz prazer, transformando o exercício em mais um ambiente de cobrança. Em contrapartida, treinar para sustentar muda o foco, o objetivo deixa de ser performance atlética e passa a ser energia, clareza e estabilidade.
Como resume o CEO Ian Cunha, empreendedores que treinam com esse olhar colhem ganhos práticos, melhor sono, melhor humor, mais foco e maior tolerância ao estresse. O exercício físico para empreendedores funciona melhor quando é tratado como infraestrutura de decisão e execução. Encaixar sem virar peso significa construir um ritmo sustentável, fugir do “tudo ou nada” e manter o movimento como suporte contínuo para a liderança.
Autor: Floria Paeris
