Notícias

Partidos que apoiaram adversários do petista nos últimos anos tem um peso significativo no governo atual. Em um recente jantar, a aliança entre União Brasil e Progressistas oficializou a união dos dois partidos. Essa coalizão reuniria mais de 10 ministros do governo, muitos dos quais são adversários declarados do presidente Lula. Apesar disso, os Ministérios onde eles exercem funções têm como base o programa e agenda política do PT. A relação é vista por muitos como uma estratégia para dar estabilidade ao governo enquanto outros partidos buscam consolidar suas bases políticas para futuras eleições presidenciais.

O ministro do STF Flávio Dino deu um recado indireto aos EUA após as sanções ao ministro Alexandre de Moraes. A decisão de Dino causou alvoroço na mídia brasileira e gerou críticas, inclusive do filho de Jair Bolsonaro, Eduardo, que zombou da atitude do ministro em uma rede social. Dino havia revogado a validade das leis internacionais no Brasil por tempo indeterminado, o que é considerado um movimento para se distanciar do poder econômico e político dos EUA no país. Esse movimento de oposição aos Estados Unidos vem sendo visto como uma tentativa da administração Bolsonaro em fortalecer a influência brasileira na região e contrariar a presença americana. A decisão, porém, também é vista com desconfiança e

Na Bolívia, Rodrigo Paz está à frente na disputa presidencial, mas longe de garantir vaga no 1º turno. Dessa forma, um segundo turno contra Jorge Quiroga passou a ser considerado provável. Apesar de liderar as pesquisas, Paz enfrenta dificuldades para ultrapassar a janela necessária e avançar sozinho à próxima fase do processo eleitoral. Com isso, a expectativa é que os dois principais candidatos se enfrentem novamente nas urnas, desta vez em uma disputa mais encarniçada e definida pela opção da sociedade boliviana.